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sábado, 24 de outubro de 2009

Visita das Supervisoras

Nos dias 19 e 20 de outubro, os alunos do Projeto "Quem somos? Nossa Língua Portuguesa!", recebeu a visita das supervisoras de ensino.
Confira um pouquinho dessa visita...

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

CRIANÇA

Criança

Criança traz esperança
Traz flores, amores,
Traz vida...
Toda criança é amiga.

Jesus desde menino
O mundo reacendeu
Ele é o filho de Deus.

A criança é tão bela
Que um dia espera
Crescer, viver,
Amar, querer
Um dia ser
Adulta

Mas enquanto é uma flor que está nascendo,
Apenas querendo crescer
Viver...
Apenas querendo encontrar
Um amor e um lugar
Para viver.

Criança,
Que apenas pelo fato de nascer
Ajuda alguém crescer.


VIEIRA, Lorena Mazoni Guedes



sexta-feira, 31 de julho de 2009

Palavra chave: Violência

Violência NÃO!

Brasil, país tão lindo,
Mas com tanto sofrimento sem razão.
Alguns dizem NÃO pra tanta violência
Sem razão...

Quantas “Isabelas” teremos que perder,
Pro ser humano entender?
Acham que não tem nada a perder,
Matam tias, primos e irmãos.
Essas pessoas não tem coração.

Quantas crianças vão sofrer
Pro ser humano ver com o coração?
Violência não tem razão.

Quantas coisas passam na TV,
Mas o ser humano não vê
Que assim a gente só tem a perder?!

Violência: diga NÃO,
Feche os olhos e veja com o coração



Mágoas

Olhos cheios d’água
Pessoas com mágoas.
Pessoas sofrendo,
Apenas querendo
Uma chance pra falar,
VIOLÊNCIA NÃO, tente me escutar.

Violência só leva a mais violência,
Pessoas choram, pedindo ajuda,
Mas o ser humano não escuta.

VIOLÊNCIA NÃO, isso não tem razão,
VIOLÊNCIA diga NÃO
Por que isso não tem razão...




Onde é que o mundo vai parar?

Por que é sempre assim:
VIOLENCIA PARECE QUE NÃO TEM FIM.

O ser humano não quer enxergar,
Desse jeito onde é que o mundo vai parar?

Homens batem em mulheres,
Mulheres batem nas crianças...
E a criança triste vai perdendo a esperança
De que a violência vai acabar.

O ser humano não quer enxergar,

Desse jeito onde é que o mundo vai parar?




(VIEIRA, Lorena Mazoni Guedes)



Produzidos para o Projeto "A magia de ser criança", realizado pela Professora Soninha (Ed. Física)



Lorena é aluna da 4ª série D e tem 10 anos.

Mãe


Mulher verdadeira
A que me faz viver
Escolhida por Deus, você me fez nascer...
Sempre te amarei.

Feita por Deus
Escolhida por Jesus
Mãe você é a minha luz...

Perfeita por trazer a vida.

Mãe você é a minha querida heroína...


(VIEIRA, Lorena Mazoni Guedes)




Lorena é aluna da 4ª série D e tem 10 anos.

Homenagem a Barueri...

PARABÉNS BARUERI

Para te agradecer dizemos PARABÉNS,
Agradecer por todos os seus bens
Rir, cantar, sonhar...
A cidade da alegria,
Bastante acolhedora.
Encantada cidade do amor
Nesse verso eu vou dizer:
Serena, Barueri é cidade pra se viver.

Barueri cidade bela,
hArmonia é o que não falta.
Riquezas para dar e vender.
Unica é a forma de dizer,
Es Barueri, a cidade do nascer.
Rica em amor.
Ilustre. Eu digo: BARUERI EU VIVO CONTIGO.




(VIEIRA, Lorena Mazoni Guedes)




Texto escrito em 25 de março de 2009.

Lorena é aluna da 4ª série D e tem 10 anos.

Palavra chave: ESCRAVIDÃO

A escravidão acabou?

A dor, o desespero
Será que acabou?
E a vida nova?
Já começou?

Todos perguntam:
A escravidão terminou?
Não!
Ela não acabou!

Muitas pessoas dizem:
Escravidão é coisa do passado.
Mas eu digo que não.
Não acabou a escravidão.

Antes eram chibatadas,
Agora são palavras.
O tempo passou,
Mas nada mudou.
Eu digo e repito:
“A escravidão não acabou!”

Ainda afirmo que não
“Não acabou a escravidão.”



(VIEIRA, Lorena Mazzoni Guedes)



Lorena é aluna da 4ª série D e tem 10 anos.

sábado, 25 de julho de 2009

Palavra da semana: FUTURO















Futuro








Sabe?!
Parei para pensar,
Como meu futuro será...
Será um futuro obscuro
Ou um futuro feliz?
Um futuro de paz,
Amor, harmonia e muita alegria?

Eu não sei o futuro que eu quero...
Só espero um futuro melhor.
Com rios, animais
Muita vida...

E meus pais?
Que futuro vão ter?
Será que com eles vou viver?
Não sei...
Só sei que vou ser...
GRANDE,
Valente,
Sorridente.

Quer saber?!
Não sei, só sei que quero
Um futuro pra mim.
Com um grande começo e um
Lindo fim...

(VIEIRA, Lorena Mazoni Guedes)

Lorena é aluna da 4ª série D e tem 10 anos.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Mauricio de Sousa - Histórico

Mauricio de Sousa nasceu no Brasil, numa pequena cidade do estado de São Paulo, chamada Santa Isabel. Foi em outubro de 1935.
Seu pai era o poeta e barbeiro Antônio Mauricio de Sousa. A mãe, Petronilha Araújo de Sousa, poetisa. Além de Mauricio, o casal teve mais três filhos: Mariza (já falecida), Maura e Marcio.
Com poucos meses, Mauricio foi levado pela família para a vizinha cidade de Mogi das Cruzes, onde passou parte da infância. Outra parte foi vivida em São Paulo, onde seu pai trabalhou em estações de rádio algumas vezes.
Suas primeiras aulas foram no externato São Franciso, ao lado da Faculdade, no centro de São Paulo. Mas depois continuou estudos no primário e no ginásio, dividindo-se entre as duas cidades.
Enquanto estudava, trabalhou em rádio, no interior, onde também ensaiou números de canto e dança.
E, para ajudar no orçamento doméstico, desenhava cartazes e pôsteres. Mas seu sonho era se dedicar ao desenho profissionalmente.
Chegou a fazer ilustrações para os jornais de Mogi. Mas queria desenvolver técnica e arte. Para isso, precisava procurar os grandes centros, onde editoras e jornais pudessem se interessar pelo seu trabalho.
Pegou amostras do que já tinha feito e publicado e dirigiu-se para São Paulo em busca de emprego. Não conseguiu. Mas havia uma vaga de repórter policial no jornal Folha da Manhã. E Mauricio fez um teste para ocupar a vaga. E passou.
Ficou 5 anos escrevendo reportagens policiais. Mas chegou um tempo em que tinha que decidir entre a polícia e a arte. Ficou com a velha paixão.
Criou uma série de tiras em quadrinhos com um cãozinho e seu dono Bidu e Franjinha e ofereceu o material para os redatores da Folha. As historietas foram aceitas, o jornalismo perdeu um repórter policial e ganhou um desenhista.
Essa passagem deu-se em 1959.
Nos anos seguintes, Mauricio criaria outras tiras de jornal Cebolinha, Piteco, Chico Bento, Penadinho e páginas tipo tablóide para publicação semanal - Horácio, Raposão, Astronauta - que invadiram dezenas de publicações durante 10 anos.
Para a distribuição desse material, Mauricio criou um serviço de redistribuição que atingiu mais de 200 jornais ao fim de uma década.
Daí chegou o tempo das revistas de banca. Foi em 1970, quando Mônica foi lançada já com tiragem de 200 mil exemplares. Foi seguida, dois anos depois, pela revista Cebolinha e nos anos seguintes pelas publicações do Chico Bento, Cascão, Magali, Pelezinho e outras.
Durante esses anos todos, Mauricio desenvolveu um sistema de trabalho em equipe que possibilitou, também, sua entrada no licenciamento de produtos.
Seus trabalhos começaram a ser conhecidos no exterior e em diversos países surgiram revistas com a Turma da Mônica.
Mas chegou a década de 80 e a invasão dos desenhos animados japoneses.
Mauricio ainda não tinha desenhos para televisão. E perdeu mercados.
Resolveu enfrentar o desafio e abriu um estúdio de animação a Black & White com mais de 70 artistas realizando 8 longas-metragens. Estava se preparando para a volta aos mercados perdidos, mas não contava com as dificuldades políticas e econômicas do país. A inflação impedia projetos a longo prazo (como têm que ser as produções de filmes sofisticados como as animações), a bilheteria sem controle dos cinemas que fazia evaporar quase 100% da receita, e o pior: a lei de reserva de mercado da informática, que nos impedia o acesso à tecnologia de ponta necessária para a animação moderna.
Mauricio, então, parou com o desenho animado e concentrou-se somente nas histórias em quadrinhos e seu merchandising, até que a situação se normalizasse. O que está ocorrendo agora.
Conseqüentemente, voltam os planos de animação e outros projetos.
E dentre esses projetos, após a criação do primeiro parque temático (o Parque da Mônica, no Shopping Eldorado, em São Paulo, seguido do Parque da Mônica do Rio de Janeiro) Mauricio prevê a construção de outros, inclusive no exterior.
As revistas vendem-se aos milhões, o licenciamento é o mais poderoso do país e os estúdios se preparam para trabalhar com a televisão. A par de um projeto educacional ambicioso, onde pretende-se levar a alfabetização para mais de 10 milhões de crianças.
A Turma da Mônica e todos os demais personagens criados por Mauricio de Sousa estão aí, mais fortes do que nunca, com um tipo de mensagem carinhosa, alegre, descontraída, dirigida às crianças e aos adultos de todo o mundo que tenham alguns minutos para sorrir, felizes.

Grupo Mauricio de Sousa:



Caio, Lorena, Gustavo dos Santos, Marcella, Gustavo Pereira